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    Ao parceiro Magno Souza

                Talvez o conteúdo de minha trajetória artística não fosse o mesmo se por meus caminhos năo figurassem as presenças dos queridos amigos do Quinteto em Branco e Preto. Os quais singelamente homenageei com a poesia "De um facho de luz" (O facho orindo da fresta existente / entre a esperança  e o acreditar / prenuncia a incandescência / do astro maior que vai brilhar / E ofertará sem nada pedir / o explendor de todo o seu reluzir / Todo arvoredo, cujos galhos / sugerem o anseio de abraços / como que para agradecer / o que, e como alcançou / Vem de semente despretenciosa / Que paciente e infinitamente / busca e briga com vigor em prol / do que para sua vida é a essência principal: / alicerçar o seu lugar ao sol... – Edvaldo Galdino Silva), poesia inspirada no instante que vi pela primeira vez a primeira foto do Quinteto estampada na primeira página do jornal O Estado de S. Paulo, há pouco mais de 10 anos, dia 20 de agosto de 1.999). Cada um deles merece destaque quando o assunto é minha pequena colaboração com a música popular brasileira, especialmente o samba.

     

                Hoje, segunda-feira, 31 de agosto de 2.009, é o dia mais que oportuno para falar de Magno de Souza. Músico, cantor, compositor, produtor musical, obstinado, líder nato... são muitos os títulos e que bastariam para subsidiar minha admiração por ele. Mas além de tudo é amigo, compadre,  parceiro... Nossa primeira parceria, e com meu irmão Francisco, foi uma homenagem ao samba: "Meu leme a navegar" (Suave como vens aos meus ouvidos / vens para se apesentar / Tens uma dolência diferente / encantanto toda gente / Faz o corpo balancer / Meu samba – ecoa!  / Tô na proa, meu leme a navegar / Pra sempre, na boa / quem te esqueçe não conhece o mar / Vá meu samba, vá sem medo / Sem receio de deparar / Com rochedos que tendes muito a encontrar / Vá navega sem medrar / Vá meu samba, vá – ecoa! / E afaga as pessoas / No temporal ou águas brandas / Onde quer que possas ir / seu leme quero ajudar conduzir - Edvaldo Galdino/Magno Souza/Francisco).

     

               Por esta e tantas e muitas idas e vindas e muitas que virão, e que oportunamente serão narradas aqui para ajudar a relatar um pouco de nossas histórias, através do samba, é que em 31 de agosto de 2001 prestei a seguinte...

     

    HOMENAGEM À MAGNO SOUZA

     

    Hoje é virada outra página da vida

    É o marco do início da jornada

    E da missão que a você foi conferida

     

    Vejo muito disposição nesse distante olhar

    Diante da batalha a enfrentar, e vencer

    E quando o medo o afrontar pra combater

    Lembre que a fé e a coragem

    Devem sempre vir primeiro

    A sabedoria não nos deixa esquecer

    Que o espírito guerreiro é realmente altaneiro

     

    Das mais belas, o amor, é a mais bela arte

    Prossiga, assim, dando o seu melhor

    Fazendo sempre a sua parte

    E espalhando amor ao seu redor

     

    Os dons por nós oferecidos e vividos

    Em amor e sentimento

    Não são nossos, são de Deus

    Não passamos de um mero instrumento Seu

     

    Mas é você quem constrói a sua estrada

    Prese para que ela esteja sempre iluminada

    E seja, portanto, alongada

    Para quando estiver com os pés cansados

    Da caminhada nessa vida

    Olhe para trás, não se arrependa de nada

    E descanse com a certeza da missão cumprida

    (Edvaldo Galdino Silva)



    Escrito por Galdino às 19h45
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